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Imigrantes em Roma lembraram Cesária Évora

A comunidade cabo-verdiana em Roma lembrou domingo (22) a cantora Cesária Évora, falecida a 17 de dezembro no Hospital Baptista de Sousa, em Mindelo, numa celebração que decorreu na igreja do Santíssimo Redentor, da capital italiana.

Ex-boxeiro Djon quer contribuír para a modalidade em Cabo Verde

 

Há vinte e seis anos radicado na diáspora, o cabo-verdiano João Lopes, 48 anos, conhecido por Djon Boxe, Russo ou Djindja conversou com Nha Terra Online pelo MSN, directo de Gotemborg na Suécia e contou ou pouco da sua carreira desportiva.

Pela primeira vez em 42 anos, Pils volta a Cabo Verde

 

O cabo-verdiano Adriano Rocha (Pils), emigrante radicado em Gutemburgo, na Suécia, esteve de férias em São Vicente, sua ilha natal, pela primeira vez, após 42 anos. "Achei praticamente tudo mudado para positivo. Vim mais rápido porque o meu pai está doente. Agora penso vir de férias todos os anos, definitivo ainda não", diz.

 

Questionado, sobre o motivo de não ter vindo para sua terra durante esse tempo, Rocha respondeu, "ás vezes a gente disfalsa". Ele que é divorciado e não tem filhos, exerce a profissão de vidraceiro. Antes de mudar para a Suécia, viveu cerca de nove anos na Holanda, onde foi marítimo. "Decidi procurar um lugar que apresentava melhores alternativas de emprego e fui morar em Gutemburgo, na Suécia, onde vivo até hoje". 

 

Pils que diz com convicção, ser "mnin d' sôncent", adaptou-se muito bem á vida europeia e fez de Gutemburgo sua segunda cidade e tem orgulho de nunca ter tido qualquer problema. Ele contou ao Nha Terra Online que não viaja muito como turista, passa suas férias na Suécia e ás vezes vai até a Holanda, visitar os irmãos.

 

Apesar de muito tempo longe, ele que emigrou antes da independência, diz tem orgulho das suas raízes, afirma ser cabo-verdiano e não ter nada a ver com Portugal. Frequentador da Associação Cabo-verdiana, é nos eventos promovidos por esse espaço associativo que ele fica a saber o que passa no País. "Fazemos festas, cachupa, como em Cabo Verde".

 

Mesmo assim, ele quer ter maior ligação com a sua terra natal e receber muito mais informação. "A nossa comunidade lá é muito bem integrada, o maior apoio que gostaria de receber era ter mais informações de Cabo Verde", diz Adriano que é apaixonado por futebol e nunca esqueceu o seu clube de coração, o Mindelense "11 lutadores". Lá ele é adepto do Gutemburgo.

 

 

Emigrou para fugir da Tropa

 

Rocha explica que emigrou para fugir da tropa e que seu primeiro destino foi a Holanda, onde residiu até agosto de 1975. "Naquela época podia ser mandado para as colónias portuguesas. Meu pai trabalhava num barco holandês e deu os expedientes para eu ir".

 

Ele que morou com a sua avô na Rua do Côco e em Craca no Monte, deixou Mindelo aos 15 anos de idade, no dia 29 de novembero de 1966. Estudou dois anos, depois não quis mais saber da escola e seu pai levou-lhe com ele num barco que trabalhava.

 

Hoje Adriano sente-se compensado por ter trocada a escola pela vida de marítimo e diz que conheceu o mundo inteiro. "Estive nos, EUA, conheci toda a América Central e do Sul, só não fui para o Paraguai e a Bolívia porque eles não têm porto. Na Ásia passei por Japão, Cingapura, China, Tailândia, Índia, Paquistão, entre outros. No continente africano só estive em Captown na África do Sul e na Europa estive em todos os portos", conta.

 

JoomSport Season Table

 

A

Team
Wins DRAW Lost Points
1 Académica do Porto Novo [SA] 0 0 0 0

B

Team
Wins DRAW Lost Points
1 Mindelense [SV] 0 0 0 0