| ARFA forma técnicos para monitorarem qualidade dos medicamentos |
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| Escrito por Marcos Fonseca | ||||||||
| 10-Mar-2010 | ||||||||
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Foto: Marcos Fonseca/Nha Terra Imagem
Farmacovigilância e Gestão de Risco é tema de um formação que acontece hoje e amanhã, na Praia, promovido pela Agência de Regulação e Supervisão dos Produtos Farmacêuticos e Alimentares - ARFA.
O facto de não existirem medicamentos sem riscos é o ponto crucial da necessidade da farmaco-vigilância, um ciência recente, explica a reponsável pelo Plouro de Regulação Técnica e Financeira do Sector Farmacéutico da ARFA, Djamila Reis.
Segundo Reis, todos os medicamentos implicam um risco e é o balanço entre o risco e o benefício que faz com que utilizar um medicamento seja, mais ou menos indicado.
Em junho do ano anterior, a ARFA iniciou um trabalho mais aprofundado com diversos intervenientes desse segmento.
Conforme Djamila Reis que também integra a Conselho de Administração da Agência, chegou-se a um consenso em relação a falta que faz, um sistema para monitorização e notificação, e sobretudo dos riscos que essa ausência de um mecanismo trás a saúde publica.
A formação que vai ser ministrada por técnicas portuguesas da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (INFARMED) faz parte do Plano de Ação da Agência Reguladora para esse ano, cuja implementação conta com o apoio da Agência Espanhola de Cooperação Internacional e Desenvolvimento (AECID).
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| Actualizado em ( 10-Abr-2010 ) | ||||||||
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